Nova tecnologia promete Web sem fio quatro vezes mais rápida

Fevereiro 19, 2008

Uma tecnologia para comunicação sem fio de alta velocidade que está em desenvolvimento promete tornar a navegação sem fio pela Web quatro vezes mais rápida, mas seu impacto sobre o setor de equipamento para redes não será tão dramático, de acordo com executivos do setor. Diversas grandes operadoras de telefonia móvel anunciaram que criarão redes com a tecnologia emergente conhecida como Long Term Evolution (LTE), o que reforçou o interesse por esse sistema e gerou notícias que fizeram dela um dos destaques do World Mobile Congress, em Barcelona, na semana passada.

A China Mobile, maior operadora mundial de telefonia móvel em número de clientes, anunciou esta semana que testaria a LTE. A Alcatel-Lucent e a NEC, do Japão, assinaram um acordo de joint-venture sob o qual combinarão seus esforços de desenvolvimento e comercialização da nova tecnologia. Até mesmo a Qualcomm prometeu desenvolver chips para a LTE, que concorre com sua tecnologia Ultra Mobile Broadband.

A LTE promete tornar todas tarefas como uso de vídeo e download de música mais rápidas em uma rede móvel, mas pode não propiciar estímulo às vendas do setor de equipamentos para redes em curto prazo, porque as primeiras redes a utilizar a nova tecnologia devem ser instaladas apenas dentro de dois anos, e muitas operadoras podem esperar ainda mais, até que o sistema amadureça. Leia mais.


Sony lança novos designs para a linha de notebooks Vaio

Janeiro 18, 2008

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Sony Vaio
A Sony apresentou o novo design da linha de notebooks Vaio. Além dos computadores portáteis coloridos, que já estavam disponíveis no mercado, a empresa coloca à disposição dos usuários a linha Vaio Type S, com diferentes acabamento.

A apresentação da nova linha de produtos da empresa foi feita no Japão e os notebooks começam a ser vendidos amanhã, dia 19 de janeiro.


Positivo Informática pretende vender laptop a US$ 300 no Brasil

Janeiro 18, 2008

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Com isenções tributárias e descontos vindos das negociações com o governo, a Positivo Informática acredita que seu computador educacional pode chegar a US$ 300,00, conforme revelou o presidente da empresa, Hélio Rotenberg. A Positivo Informática foi declarada vencedora na licitação do governo em 20 de dezembro do ano passado para a compra de 150 mil laptops de baixo custo para estudantes de escolas públicas. O lance da empresa foi de R$ 654,53 por máquina, o correspondente a algo em torno de US$ 350 por unidade. Para a conversão, a Positivo considera a cotação de R$ 1,869 por dólar, expressa no mercado futuro. No mercado à vista, o dólar fechou ontem em R$ 1,77.

Antes do início da concorrência, o governo federal havia sinalizado que esperava pagar menos de US$ 300 por computador. A expectativa era que o processo de compra fosse retomado no início desta semana, o que não aconteceu. O governo não descarta cancelar o pregão e lançar um novo.

Com a isenção de impostos, Rotenberg acredita poder baixar o preço para R$ 580. Isso daria algo como US$ 310. Mas o executivo admite a possibilidade de chegar aos US$ 300, e disse ter conversado com fornecedores para permitir uma “folguinha” na negociação. O pregão foi paralisado porque o preço foi considerado alto pelo governo. As negociações com o vencedor do pregão podem ser retomadas até esta sexta-feira, mas Rotenberg acha mais provável que aconteçam na semana que vem.


10 dicas para comprar sua câmera digital

Janeiro 16, 2008

As câmeras digitais está na lista dos eletrônicos mais desejados. O problema, para a maioria das pessoas, é decidir qual modelo comprar ou pedir de presente. Se este é o seu caso, tente responder as perguntas abaixo e saiba, desde já, que não existe uma resposta padrão para “qual câmera comprar” – tudo depende do perfil e expectativas de cada pessoa.

1 – Quantos megapixels? Tanto faz. Sério. Acima de cinco eles não fazem mais diferença alguma para a maioria dos usuários de câmeras compactas. Aliás, em alguns casos, mais megapixels podem até piorar a qualidade da imagem.
2 – Compacta ou reflex? Apesar do preço ter caído muito, as câmeras reflex (aquelas grandonas, com lentes intercambiáveis) não são para qualquer um. Exigem a compra de lentes caras e são um verdadeiro trambolho. Na dúvida, compre uma compacta.
3 – Quão compacta? segmentos que vão das ultracompactas, fininhas que cabem no bolso da camisa, até as “SLR-like”, de corpo avantajado e lente protuberante, com pinta de reflex. Você prefere portabilidade ou mais recursos e zoom?

4 – Quanto zoom? Por falar nele, esta é uma das decisões mais difíceis. Zoom (ótico, sempre) de mais de 4X implica em lentes maiores que comprometem a portabilidade da câmera. Logo, melhor ficar entre 3 e 4X ou pular direto para 8X ou mais.

5 – Só o número de “X” importa? Não mesmo. Cada vez mais é importante olhar outras características da lente. Quanto menor o número da abertura máxima, melhor e, para muita gente, um zoom grande angular, partindo de 28mm, é fundamental.

6 – Preciso de estabilizador? Quase todas as câmeras novas têm algum tipo de estabilização. Ela é fundamental em zooms mais poderosos e pode ajudar até nas câmeras de menor alcance, mas deve ser sempre ótica/mecânica, e nunca digital.

7 – Metal ou plástico? No território das ultracompactas, as metálicas são menores e mais estilosas, mas custam mais caro. Nos modelos maiores, corpo metálico é sinônimo de resistência para agüentar a rotina dos profissionais. E, novamente, preço maior.

8 – E os acessórios? Pilhas recarregáveis ou bateria extra são fundamentais, assim como um cartão de memória de 1 GB ou mais, cada vez mais baratos. Como os do padrão SD são os mais usados, o ideal é comprar uma câmera que aceite este tipo.

9 – Filma eu? Quase toda câmera fotográfica digital moderna também serve para filmar, mas algumas produzem vídeos bem melhores que outras. Se você quer o recurso, procure modelos com tempo de gravação ilimitado e qualidade de DVD ou superior.

10 – Qual a marca? Nossa resposta é sempre a mesma. Pense nas empresas que você associaria a fotografia dez anos atrás e fique com elas. Como é a qualidade ótica que faz diferença, melhor comprar câmera de fabricante de câmera.


MP3, MP4, MP5, MP6, MP7 e MP8

Janeiro 14, 2008

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MP3: MP3 é o formato de compressão de áudio que causou uma verdadeira revolução. Arquivos de áudio podem ser convertidos em MP3, com poucas perdas de qualidade, ocupando apenas cerca de 10% do espaço de armazenamento necessário para o formato digital do CD de áudio.O que comumente se chama de “MP3″, ou “tocador de MP3″ são aqueles pen-drives que tocam música e sintonizam rádio FM.MP4: o MPEG4 é um padrão de compressão de vídeo, que causou na indústria a mesma revolução que o MP3. Graças ao MPEG4 um filme de uma hora e meia de duração, que no formato de DVD ocuparia quase 5GB de espaço, pode ser colocado em um mero CD de 700MB, com pouca perda de qualidade de imagem. A trilha sonora, em MP3, nem chega a ser relevante em termos de tamanho de arquivo, neste caso.

O “MP4″ da indústria é a versão do “MP3″ acima com uma telinha de LCD, capaz de reproduzir vídeos.

MP5: Já criaram por aí o “MP5″, que nada mais é do que o mesmo “MP4″ acima descrito, mas com câmera digital integrada, capaz de tirar fotos e em alguns casos também filmar.

MP6: se falar em “MP5″ para referir-se a um tocador de vídeos MPEG4 com câmera digital e rádio FM já parece absurdo, falar em MP6 então é o cúmulo. Tem agendas de telefones e de compromissos, acessa Internet, roda programas e jogos em Java, envia e recebe e-mails.

MP7: têm as mesmas funções do “MP6″ e ainda recebe sinais de TV e grava programas da Sky!

MP8: logo o “MP8″ deve vir com escova de dentes, monitor cardíaco e cafeteira, pesando menos de 100g. :D


O notebook ultracompacto da Asus já está à venda no Brasil

Janeiro 12, 2008
Asus eeePC

O notebook ultracompacto da Asus já está à venda no Brasil, por meio de três distribuidores.Por enquanto é vendido por R$1299,00 em lojas como a Waz.com.br. A Asus previa que o laptop compacto chegasse ao país com custo de R$1099,00. Segundo Asus, o preço elevado deve-se à forte procura pelo computador no mercado internacional, o que fez o preço subir temporariamente. A Asus explica que a demanda superou o esperado e gerou indisponibilidade de telas e baterias para montar o computador.

No Brasil, diz a Asus, foram importados até agora apenas um quarto dos notebooks pedidos inicialmente pela empresa no país. A expectativa é que a oferta se regularize nos próximos meses.

Com telinha de 7 polegadas ( 800X600), 4 GB de memória Flash e 512 MB de RAM DDR2. O Eee PC é movido a Wi-Fi, Celeron 900 MHz ULV (Ultra Low Voltage) e roda distribuição Xandros, do Linux, baseado em Debian.

Asus eeePC

O Eee PC encanta pela rapidez, facilidade de uso, eficiência na navegação e som decente, que dispensa headphones. A videoconferência fica fácil, pela câmera já embutida e o software de mensagem instantânea Pidgin, que permite falar com qualquer messenger. O micrinho obedece a comandos de voz sem sobressaltos - desde que se fale inglês, o que não será de grande utilidade por aqui, evidentemente. Para aplicativos de escritório, o Eee PC já vem com o OpenOffice 2.0, que resolve todas as tarefas básicas com competência. Na hora da navegação, o Firefox esmaga, como sempre.

Segundo o site é possível rodar o OSX 10.5 Leopard no eeePC.


CES 2008 - LG Philips mostra uma tela de LCD de 52 polegadas multi-touch

Janeiro 8, 2008
LCD Multi-touch

A LG Philips está planejando mostrar uma tela de LCD de 52 polegadas multi-touch, como a tela do iPhone, durante a Consumer Electronics Show 2008, que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos. Os novos monitores vao ter uma resolução de 1920 x 1080 pixels, e contam com um sensor de imagem infravermelho que reconhece toques feitos com os dedos ou com uma caneta stylus. O monitor é 5 polegadas maior que o que foi demonstrado recentemente no Japão e o maior do mundo em sua categoria, segundo a companhia.


CES 2008 - Maior TV de plasma do mundo têm 150″

Janeiro 8, 2008
Panasonic 150 polegadas

A Panasonic exibiu, na CES 2008, a maior TV de plasma do mundo, um telão de 150 polegadas.

A apresentação foi feita por Toshihiro Sakamoto, presidente da empresa, no hotel The Venetian, em Las Vegas.

Segundo a empresa, o telão pode exibir imagens com resolução full HD. A expectativa da empresa é oferecer o telão para consumidores finais a partir de 2009.

A tela mede 3,3 metros de um lado ao outro e sua diagonal possui 47 polegadas a mais que a última tela gigante da empresa japonesa.

A magnificência da tela não está somente nas suas dimensões, mas também nos pequenos detalhes.

Com 27,4 milímetros de espessura, a eficiência de luminosidade da tela apresentada corresponde ao dobro do oferecido pelas atuais televisões de plasma, com uma resolução de 2.160 x 4.096, cerca de quatro vezes superior a 1080HD.

Diante das centenas de pessoas que assistiram ao discurso de Sakamoto, ele revelou que a tela é capaz de receber, sem a necessidade de fios, emissões de alta definição de reprodutores Blu-ray ou de câmeras de vídeo, tecnologia que estará disponível no mercado em 2009. Além de uma tecnologia que permite a telas de plasma consumir 50% menos energia e manter a mesma intensidade de brilho.

A Panasonic disse que optou por desenvolver o telão gigante porque este é um segmento em forte expansão e que há grande número de consumidores no mundo dispostos a pagar para ter uma TV deste tamanho.

Não há preço definido para a TV. No Japão, a Panasonic vende seu maior modelo de plasma, uma tela de 103 polegadas, por cerca de US$ 70 mil.

O que você faria se tivesse uma TV deste tamanho? :D


CES cresce mas empresas reduzem participação

Janeiro 8, 2008

Os participantes da Consumer Electronics Shows (CES), feira de eletrônica que começou na segunda-feira em Las Vegas, estão diante de um palco lotado e ruidoso no qual empresas de tecnologia de todo o mundo lançam seus mais recentes produtos. Mas é bastante possível que eles não vejam qualquer dos maiores sucessos da eletrônica em 2008.

A convenção, um dos maiores eventos anuais do setor de eletrônica, jamais foi tão grande. Cerca de 140 mil visitantes percorrerão o espaço de exposição de 168 mil metros quadrados.

Mas a despeito de seu tamanho, ou talvez por causa dele, a feira anual se tornou um lugar complicado, e por vezes ineficiente, para a introdução de novos produtos.

Criado em 1967, o evento no passado servia de plataforma de lançamento aos maiores sucessos do setor, como o videocassete, em 1970; o disco compacto, em 1981; e o DVD, em 1996.

Agora, os fabricantes de eletrônicos e analistas do setor dizem que a feira se tornou tão grande, ruidosa e tão preocupada com produtos eletrônicos exóticos que, para muitas empresas, ela serve mais como local onde se perder do como que oportunidade de serem descobertas.

Parte do problema é que a tecnologia encontrou espaço em tantos produtos ao longo dos anos - de brinquedos a implementos de cozinha - que se tornou difícil dizer exatamente o que deveria e o que não deveria estar exposto em uma feira de eletrônica.

“A eletrônica agora abarca tudo”, disse Michael Gartenberg, analista da Jupiter Research, que este ano não irá à CES, depois de comparecer às quatro edições anteriores. “Você tem um televisor de 150 polegadas e no estande ao lado alguém que vende escovas de dentes eletrônicas”.

Agora se tornou comum que as empresas de tecnologia introduzam seus produtos de outra maneira, em um esforço por chegar aos consumidores de modo mais direto. O Apple iPhone, o Nintendo Wii e outros eletrônicos obrigatórios recentes não foram lançados na CES. Um dos maiores sucessos do setor em 2007 foi a câmera de vídeo Flip Video, um aparelho portátil e fácil de usar vendido por US$ 120.,

Executivos da Pure Digital Technologies, a fabricante do produto, visitaram Las Vegas no ano passado durante a feira mas preferiram operar de sua suíte no hotel Wynn, informando discretamente aos representantes do varejo sobre o produto. A câmera foi lançada em junho com uma campanha publicitária em TV e o endosso de diversos astros a levou às mãos de Oprah Winfrey, que mostrou o produto em seu programa de TV em outubro.

“Especialmente no mercado de vídeo, o foco da CES é superar a concorrência em termos de recursos ¿ meu disco rígido é maior que o seu”, disse Jonathan Kaplan, presidente-executivo da Pure Digital. “O ruído nos encobriria, na feira, se tentássemos falar a consumidores que provavelmente não estariam nos ouvindo”. Diversos modelos e cores da Flip Video estavam entre as cinco câmeras mais vendidas no site da Amazon.com em dezembro.

Mesmo assim, a CES não tem concorrentes quanto ao número de produtos apresentados, os quais coletivamente representam bilhões de dólares em vendas anuais. Muitos fornecedores de todo o mundo exibirão televisores de alta definição, novos decodificadores de TV para o entretenimento doméstico, robôs, brinquedos eletrônicos e uma ampla gama de novos serviços de Internet. Alguns desses produtos podem superar o barulho e conquistar sucesso junto aos consumidores.

Gary Shapiro, presidente da Consumer Electronics Association, que administra o evento, afirma que as vendas de sucessos recentes empalidecem diante da receita gerada por categorias amplas como os televisores de alta definição, que desempenham papel importante na cena da CES.

Mas muitos dos produtos introduzidos aqui, em lugar de representarem saltos quânticos são simplesmente melhorias ou alterações técnicas que, embora importantes, talvez não exerçam efeito imediato sobre o consumidor.

Essa abordagem de melhora gradativa talvez seja uma das razões para que as novidades da feira do ano passado tenham sido ignoradas em favor de um evento muito menor: a conferência Macworld, em San Francisco, na qual a Apple apresentou o iPhone.

“Uma das razões para que a Apple tenha conseguido mais repercussão do que a CES no ano passado foi uma mensagem simples e sucinta”, disse Rob Enderle, analista do Enderle Group. “A CES não tem uma mensagem cristalina. Há informações demais, e parece que é necessário um doutorado para fazer com que aquelas coisas todas funcionem”.

A Microsoft costumava usar o discurso de abertura da feira por Bill Gates como evento de lançamento de grandes produtos, a exemplo do console de videogames Xbox, em 2001. Mas seus maiores lançamentos recentes não aconteceram na feira. O player digital Zune foi lançado no final de 2006, e o Surface, um computador operado por tela de toque, foi lançado em junho em outra conferência setorial.

Todd Thibodeaux, vice-presidente de relações industriais da Consumer Electronics Association, disse que as grandes questões da feira deste ano girariam em torno da combinação entre hardware e conteúdo. Os fabricantes de bens de consumo eletrônicos, ele disse, revelariam e tentariam formar parcerias com provedores de serviços de cabo, telefonia e conexão via satélite, bem como com empresas de mídia.

“Temos o maior evento comparativo do setor de eletrônica”, disse Thibodeaux. “E, em termos de inovações importantes, somos maiores que nunca”. Mas a feira resultará em um produto de grande sucesso? “Não me surpreenderia se algo acontecesse no segmento de WiMax”, uma nova tecnologia de comunicação sem fio de longo alcance, afirmou. “Ou pode ser o robô Rolly, da Sony. É um pequeno player de mídia que se movimenta como robô”.

Fonte: Terra


Warner abandona o HD-DVD e aposta no formato Blu-ray

Janeiro 8, 2008

Foi esta a decisão tomada pela Warner, abandonar o formato HD-DVD e apostar no mercado do formato Blu-ray.

A decisão deixou a Toshiba “num mato sem cachorro”, gerando um enorme contratempo para a companhia japonesa em sua guerra por impor seu formato HD-DVD sobre o modelo que promove a Sony, pois a Warner era uma das poucas produtoras que apoiava ambos os formatos. Sem falar ainda que a Warner é uma das maiores vendedoras de DVDs em Hollywood, além de dominar de 18% a 20% as vendas nos Estados Unidos.

Segundo Jodi Sally, vice-presidenta de publicidade da Toshiba, a empresa segue defendendo o seu produto: “declaram-nos como mortos no ano passado, porém a venda de unidades no último trimestre de 2007 são as melhores de todos os tempos. Em torno de um milhão de reprodutores HD-DVD no mercado”.

Fonte: Engadget