Bizarro!
Março 4, 2008Verdade ou não, está aí o Cão Musculoso.

Pesquisadores do Museu Nacional, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apresentaram ontem a menor espécie de pterossauro já encontrada no planeta, o Nemicolopterus crypticus, réptil voador que tinha só 25 centímetros de envergadura. O Nemicolopterus foi identificado com base em um fóssil completo encontrado na China. A caracterização científica foi feita por pesquisadores brasileiros e chineses e descrita em um artigo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), editada pela Academia de Ciências dos Estados Unidos.
A descoberta sugere uma nova teoria sobre a evolução dos pterossauros, parentes dos dinossauros que foram extintos há 65 milhões de anos. O Nemicolopterus contrasta com outros animais desse tipo cujos ossos já encontrados indicam medidas de até 10 metros de uma asa à outraO paleontólogo Alexander Kellner, do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional, explica que a descoberta dá elementos para a teoria de que os grandes répteis alados que habitaram a Terra e se alimentavam de peixes foram resultado da evolução de pequenos animais como o Nemicolopterus, que vivia em copas de árvores e provavelmente se alimentava de insetos. Ele acrescenta que a descoberta indica que pterossauros também habitavam o interior dos continentes, e não apenas a costa.
O fóssil que deu origem à descoberta foi encontrado por pesquisadores chineses em 2004, na localidade de Luzhougou, na província chinesa de Liaoning. A região é hoje uma das mais procuradas por paleontólogos de todo o mundo por causa da intensa atividade vulcânica que propiciou a formação de muitos fósseis na juventude da Terra. O esqueleto do Nemicolopterus foi encontrado numa rocha do período Cretáceo, de 120 milhões de anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Anthus é um género de aves passeriformes da subfamília Motacillinae que inclui os pássaros designados vulgarmente por petinha (em Portugal) e caminheiro e corredeira (no Brasil). São aves migratórias com distribuição por todos os continentes mas mais diversificadas no Velho Mundo (Europa, África e Ásia). Os caminheiros ou petinhas são bastante próximos das alvéolas (Motacilla spp.), também pertencentes ao grupo dos motacilíneos.
As petinhas são aves de pequeno a médio porte, comuns em habitats de vegetação rasteira. As patas são relativamente altas, o bico é fino e curto e a cauda é longa. A coloração é baça, em tons de castanho e esverdeado, de padrão riscado no peito e com poucos caracteres distintivos entre espécies. A identificação do grupo no campo é por isso bastante difícil. Como complicação adicional, é conhecido que várias espécies de petinha podem reproduzir-se entre si gerando híbridos de características mistas.
Na época de reprodução, os casais isolam-se do bando e constroem um ninho com folhas e gravetos. Os ovos são incubados apenas pela fémea, mas ambos os progenitores prestam cuidados parentais aos juvenis. As petinhas e caminheiros são vítimas prefernciais para os cucos e seus hábitos parasíticos de nidificação.
As petinhas alimentam-se de insecto, em geral no chão mas podem também caçar em voo. São por isso importantes no controlo de pragas agrícolas. Para eliminarem parasitas externos, estas aves introduzem deliberadamente formigas nas suas penas. Este comportamento é típico do género Anthus.
O IUCN não lista nenhuma espécie de Anthus como ameaçada de extinção.

Ninho e filhotes do Anthus novaeseelandiae, uma espécie que habita a Austrália, Nova Zelândia e a Nova Guiné.
Fonte: Wikipedia
O Jerboa de orelhas longas é mamífero ameaçado de extinção, tem hábitos noturnos devido o calor durante o dia e pode ser encontrado em desertos na Mongólia e China.

O Jerboa foi filmado pela primeira vez, por cientistas, no deserto de Gobi, na Mongólia.

A espécie é classificada como ameaçada de extinção pela chamada “lista vermelha” da União Mundial para Conservação (IUCN, na sigla em inglês). A entidade, criada em 1948, reúne 10 mil cientistas em 147 países e monitora o estado de mais de 41 mil espécies.
